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Marvel invade Magic: os spoilers de Marvel Super Heroes que já dão o que falar

As Joias do Infinito viraram artefato lendário, o Mjölnir só rende pra quem for "digno" e o Ultron se clona sozinho. Passamos o olho nos destaques da coleção — e no que eles mudam na mesa.

Redação Manaverse · 26 de julho de 2026

Magic e Marvel juntos era questão de tempo, e a coleção Marvel Super Heroes finalmente colocou Homem de Ferro, Thor e companhia em cartas de verdade. Puxamos os spoilers no Scryfall e separamos o que está dando o que falar — com a nossa leitura de onde cada peça entra.

As Joias do Infinito são o centro das atenções

The Mind Stone

The Mind Stone é um artefato lendário de {1}{W}, indestrutível, que faz mana e — uma vez "harnessed" — começa a exilar permanentes no seu end step. É a carta mais cara da coleção no momento, perto de US$ 59, e não é à toa: ramp indestrutível que vira motor de vantagem é exatamente o tipo de peça que o Commander adora. Espere ver as seis Joias brigando por espaço em qualquer deck que já rodava artefato.

Mjölnir: poder de sobra, se você for "digno"

Mjolnir, Hammer of Thor

O martelo do Thor dobra todo o dano da criatura equipada e ainda mete 4 de dano ao entrar. O detalhe está no custo de equipar: Equip worthy {1} — só sai barato se a criatura for lendária, não-Vilã e vermelha. É design temático (nem todo mundo levanta o Mjölnir) que vira um pequeno quebra-cabeça de construção. Em deck vermelho lendário, é bomba.

Thor e Ultron: dois motores em cores opostas

Thor, God of ThunderUltron, Artificial Malevolence

Thor voa, recupera carta do cemitério e mete dano toda vez que você conjura uma mágica não-criatura — um comandante spellslinger que se paga sozinho. Do outro lado, Ultron transforma cada artefato que entra em cópia, e as cópias que não são criatura viram Robôs 2/2. Num deck de artefato, é o tipo de peça que sai do controle rápido — no bom sentido.

As duplas-face roubam a cena

King T'ChallaJennifer Walters

A coleção abusa das cartas de duas faces pra contar a transformação — e faz sentido. King T'Challa vira Pantera Negra; Jennifer Walters vira She-Hulk e, na forma "civil", ainda trava as mágicas do oponente no seu turno. Mecânica casada com o tema é o que essas colaborações têm de melhor.

Vale a pena pro jogador brasileiro?

Como toda coleção de colecionador, aqui o preço manda. As míticas de Joia e os comandantes icônicos vão puxar a procura — e, no Brasil, isso costuma significar espera e câmbio salgado. Se você joga Commander, tem carta de sobra pra namorar; se coleciona Marvel, nem se discute.

E você, qual spoiler te ganhou? Comenta aí embaixo — a gente quer saber que deck já tá montando na cabeça.

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Dados e imagens de carta via Scryfall. Cartas e arte são propriedade da Wizards of the Coast. Manaverse não é afiliado à WotC.

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